Vendedores de Doenças

Vendedores de Doenças

Há cerca de trinta anos, o dirigente de uma das maiores empresas farmacêuticas do mundo fez declarações muito claras. Na época, perto da aposentadoria, o dinâmico diretor da Merck, Henry Gadsden, revelou à revista Fortune seu desespero por ver o mercado potencial de sua empresa confinado somente às doenças. Explicando preferiria ver a Merck transformada numa espécie de Wringley’s – fabricante e distribuidor de gomas de mascar –, Gadsden declarou que sonhava, havia muito tempo, produzir medicamentos destinados às… pessoas saudáveis. Porque, assim, a Merck teria a possibilidade de “vender para todo mundo”. Três décadas depois, o sonho entusiasta de Gadsden tornou-se realidade.

As estratégias de marketing das maiores empresas farmacêuticas almejam agora, e de maneira agressiva, as pessoas saudáveis. Os altos e baixos da vida diária tornaram-se problemas mentais. Queixas totalmente comuns são transformadas em síndromes de pânico. Pessoas normais são, cada vez mais pessoas, transformadas em doentes. Em meio a campanhas de promoção, a indústria farmacêutica, que movimenta cerca de 500 bilhões dólares por ano [atualização: hoje, 2010, o valor é de aproximadamente 1 trilhão de euros], explora os nossos mais profundos medos da morte, da decadência física e da doença – mudando assim literalmente o que significa ser humano. Recompensados com toda razão quando salvam vidas humanas e reduzem os sofrimentos, os gigantes farmacêuticos não se contentam mais em vender para aqueles que precisam. Pela pura e simples razão que, como bem sabe Wall Street, dá muito lucro dizer às pessoas saudáveis que estão doentes.

A Fabricação das “Síndromes”

 

Remédios

 

A maioria de habitantes dos países desenvolvidos desfruta de vidas mais longas, mais saudáveis e mais dinâmicas que as de seus ancestrais. Mas o rolo compressor das campanhas publicitárias, e das campanhas de sensibilização diretamente conduzidas, transforma as pessoas saudáveis preocupadas com a saúde em doentes preocupados. Problemas menores são descritos como muitas síndromes graves, de tal modo que a timidez torna-se um “problema de ansiedade social”, e a tensão pré-menstrual, uma doença mental denominada “problema disfórico pré-menstrual”. O simples fato de ser um sujeito “predisposto” a desenvolver uma patologia torna-se uma doença em si.

O epicentro desse tipo de vendas situa-se nos Estados Unidos, abrigo de inúmeras multinacionais famacêuticas. Com menos de 5% da população mundial, esse país já representa cerca de 50% do mercado de medicamentos. As despesas com a saúde continuam a subir mais do que em qualquer outro lugar do mundo. Cresceram quase 100% em seis anos – e isso não só porque os preços dos medicamentos registram altas drásticas, mas também porque os médicos começaram a prescrever cada vez mais.

De seu escritório situado no centro de Manhattan, Vince Parry representa o que há de melhor no marketing mundial. Especialista em publicidade, ele se dedica agora à mais sofisticada forma de venda de medicamentos: dedica-se, junto com as empresas farmacêuticas, a criar novas doenças. Em um artigo impressionante intitulado “A arte de catalogar um estado de saúde”, Parry revelou recentemente os artifícios utilizados por essas empresas para “favorecer a criação” dos problemas médicos [1]. Às vezes, trata-se de um estado de saúde pouco conhecido que ganha uma atenção renovada; às vezes, redefine-se uma doença conhecida há muito tempo, dando-lhe um novo nome; e outras vezes cria-se, do nada, uma nova “disfunção”. Entre as preferidas de Parry encontram-se a disfunção erétil, o problema da falta de atenção entre os adultos e a síndrome disfórica pré-menstrual – uma síndrome tão controvertida, que os pesquisadores avaliam que nem existe.

Médicos Orientados por Marqueteiros

Com uma rara franqueza, Perry explica a maneira como as empresas farmacêuticas não só catalogam e definem seus produtos com sucesso, tais como o Prozac ou o Viagra, mas definem e catalogam também as condições que criam o mercado para esses medicamentos.

Sob a liderança de marqueteiros da indústria farmacêutica, médicos especialistas e gurus como Perry sentam-se em volta de uma mesa para “criar novas idéias sobre doenças e estados de saúde”. O objetivo, diz ele, é fazer com que os clientes das empresas disponham, no mundo inteiro, “de uma nova maneira de pensar nessas coisas”. O objetivo é, sempre, estabelecer uma ligação entre o estado de saúde e o medicamento, de maneira a otimizar as vendas.

Para muitos, a idéia segundo a qual as multinacionais do setor ajudam a criar novas doenças parecerá estranha, mas ela é moeda corrente no meio da indústria. Destinado a seus diretores, um relatório recente da Business Insight mostrou que a capacidade de “criar mercados de novas doenças” traduz-se em vendas que chegam a bilhões de dólares. Uma das estratégias de melhor resultado, segundo esse relatório, consiste em mudar a maneira como as pessoas vêem suas disfunções sem gravidade. Elas devem ser “convencidas” de que “problemas até hoje aceitos no máximo como uma indisposição” são “dignos de uma intervenção médica”. Comemorando o sucesso do desenvolvimento de mercados lucrativos ligados a novos problemas da saúde, o relatório revelou grande otimismo em relação ao futuro financeiro da indústria farmacêutica: “Os próximos anos evidenciarão, de maneira privilegiada, a criação de doenças patrocinadas pela empresa”.

Dado o grande leque de disfunções possíveis, certamente é difícil traçar uma linha claramente definida entre as pessoas saudáveis e as doentes. As fronteiras que separam o “normal” do “anormal” são freqüentemente muito elásticas; elas podem variar drasticamente de um país para outro e evoluir ao longo do tempo. Mas o que se vê nitidamente é que, quanto mais se amplia o campo da definição de uma patologia, mais essa última atinge doentes em potencial, e mais vasto é o mercado para os fabricantes de pílulas e de cápsulas.

Em certas circunstâncias, os especialistas que dão as receitas são retribuídos pela indústria farmacêutica, cujo enriquecimento está ligado à forma como as prescrições de tratamentos forem feitas. Segundo esses especialistas, 90% dos norte-americanos idosos sofrem de um problema denominado “hipertensão arterial”; praticamente quase metade das norte-americanas são afetadas por uma disfunção sexual batizada FSD (disfunção sexual feminina); e mais de 40 milhões de norte-americanos deveriam ser acompanhados devido à sua taxa de colesterol alta. Com a ajuda dos meios de comunicação em busca de grandes manchetes, a última disfunção é constantemente anunciada como presente em grande parte da população: grave, mas sobretudo tratável, graças aos medicamentos. As vias alternativas para compreender e tratar dos problemas de saúde, ou para reduzir o número estimado de doentes, são sempre relegadas ao último plano, para satisfazer uma promoção frenética de medicamentos.

Quanto mais Alienados, mais Consumistas

A remuneração dos especialistas pela indústria não significa necessariamente tráfico de influências. Mas, aos olhos de um grande número de observadores, médicos e indústria farmacêutica mantêm laços extremamente estreitos.

SíndromesAs definições das doenças são ampliadas, mas as causas dessas pretensas disfunções são, ao contrário, descritas da forma mais sumária possível. No universo desse tipo de marketing, um problema maior de saúde, tal como as doenças cardiovasculares, pode ser considerado pelo foco estreito da taxa de colesterol ou da tensão arterial de uma pessoa. A prevenção das fraturas da bacia em idosos confunde-se com a obsessão pela densidade óssea das mulheres de meia-idade com boa saúde. A tristeza pessoal resulta de um desequilíbrio químico da serotonina no célebro.

O fato de se concentrar em uma parte faz perder de vista as questões mais importantes, às vezes em prejuízo dos indivíduos e da comunidade. Por exemplo: se o objetivo é a melhora da saúde, alguns dos milhões investidos em caros medicamentos para baixar o colesterol em pessoas saudáveis, podem ser utilizados, de modo mais eficaz, em campanhas contra o tabagismo, ou para promover a atividade física e melhorar o equilíbrio alimentar.

A venda de doenças é feita de acordo com várias técnicas de marketing, mas a mais difundida é a do medo. Para vender às mulheres o hormônio de reposição no período da menopausa, brande-se o medo da crise cardíaca. Para vender aos pais a idéia segundo a qual a menor depressão requer um tratamento pesado, alardeia-se o suicídio de jovens. Para vender os medicamentos para baixar o colesterol, fala-se da morte prematura. E, no entanto, ironicamente, os próprios medicamentos que são objeto de publicidade exacerbada às vezes causam os problemas que deveriam evitar.

O tratamento de reposição hormonal (THS) aumenta o risco de crise cardíaca entre as mulheres; os antidepressivos aparentemente aumentam o risco de pensamento suicida entre os jovens. Pelo menos, um dos famosos medicamentos para baixar o colesterol foi retirado do mercado porque havia causado a morte de “pacientes”. Em um dos casos mais graves, o medicamento considerado bom para tratar problemas intestinais banais causou tamanha constipação que os pacientes morreram. No entanto, neste e em outros casos, as autoridades nacionais de regulação parecem mais interessadas em proteger os lucros das empresas farmacêuticas do que a saúde pública.

A “Medicalização” Interesseira da Vida

A flexibilização da regulação da publicidade no final dos anos 1990, nos Estados Unidos, traduziu-se em um avanço sem precedentes do marketing farmacêutico dirigido a “toda e qualquer pessoa do mundo”. O público foi submetido, a partir de então, a uma média de dez ou mais mensagens publicitárias por dia. O lobby farmacêutico gostaria de impor o mesmo tipo de desregulamentação em outros lugares.

Há mais de trinta anos, um livre pensador de nome Ivan Illich deu o sinal de alerta, afirmando que a expansão do establishment médico estava prestes a “medicalizar” a própria vida, minando a capacidade das pessoas enfrentarem a realidade do sofrimento e da morte, e transformando um enorme número de cidadãos comuns em doentes. Ele criticava o sistema médico, “que pretende ter autoridade sobre as pessoas que ainda não estão doentes, sobre as pessoas de quem não se pode racionalmente esperar a cura, sobre as pessoas para quem os remédios receitados pelos médicos se revelam no mínimo tão eficazes quanto os oferecidos pelos tios e tias [2] ”.

ais recentemente, Lynn Payer, uma redatora médica, descreveu um processo que denominou “a venda de doenças”: ou seja, o modo como os médicos e as empresas farmacêuticas ampliam sem necessidade as definições das doenças, de modo a receber mais pacientes e comercializar mais medicamentos [3]. Esses textos tornaram-se cada vez mais pertinentes, à medida que aumenta o rugido do marketing e que se consolidas as garras das multinacionais sobre o sistema de saúde.

(Tradução: Wanda Caldeira Brant) wbrant@globo.com

Bibliografia complementar:

* A revista médica PLoS Medecine traz, em seu número de abril de 2006, um importante dossiê sobre “A produção de doenças” – http://medicine.plosjournals.org/

* Na França, as revistas Pratiques (dirigida ao grande público) e Prescrire (destinada aos médicos) avaliam os medicamentos e trazem um olhar crítico sobre a definição das doenças.

*Jörg Blech, Les inventeurs de maladies. Manœuvres et manipulations de l’industrie pharmaceutique, Arles, Actes Sud, 2005.

* Philippe Pignarre, Comment la dépression est devenue une épidémie, Paris, Hachette-Littérature, col. Pluriel, 2003.

Referências do Texto:

[1] Ler, de Vince Parry, “The art of branding a condition ”, Medical Marketing & Media, Londres, maio de 2003.

[2] Ler, de Ivan Illich, Némésis médicale, Paris, Seuil, 1975.

[3] Ler, de Lynn Payer, Disease-Mongers: How Doctors, Drug Companies, and Insurers are Making You Feel Sick, Nova York, John Wiley & Sons, 2002.

Autores:

Ray Moynihan
Jornalista especializado em saúde (British Medical Journal, The Lancet, The New England Journal of Medicine

Alain Wasmes
Jornalista

O que você sabe sobre a Alfafa?

Alfafa

Hoje saiu um pequeno artigo bastante interessante no site SEJA EXCELENTE do amigo Mauro Pennafort. Ele fala sobre o que não sabemos sobre a ALFAFA. Confira:

O nome alfafa é de origem árabe, derivado de “al-fac-facah”, que significa “o pai de todos os alimentos”. Historicamente os árabes sempre consideraram a alfafa muito importante e alimentavam seus melhores cavalos de corrida com ela. A alfafa também enriquece o solo onde é plantada aumentando a fixação de nitrogênio e outros nutrientes fundamentais para a boa agricultura.

Ela pertence à família dos legumes e não das gramas como se costuma pensar.

É uma boa fonte de clorofila e vitaminas, principalmente beta caroteno e vitamina E. Os brotos de alfafa chegam a ter 500 vezes mais nutrientes do que outras folhas e frutas.

Ela favorece muito a digestão, porque contém um conjunto de enzimas que atuam na digestão, como lipase (que quebra gorduras), amilase (que decompõe o amido) e a emulsina (atuando sobre os açúcares). Portanto, além dos nutrientes que ela mesma contém, ainda ajuda seu organismo a absorver melhor os nutrientes dos outros alimentos consumidos.

Por causa dessas enzimas e da atividade do aminoácido L-canaverina inibindo bactérias gram-positivas, a alfafa tem um bom resultado sobre o mau hálito, tanto de origem digestiva, como bucal.

A alfafa possui também muitas substâncias antioxidantes, que combatem os radicais livres, e é altamente alcalinizante do organismo e do sangue, auxiliando em processos de desintoxicação do corpo.

Há muito ácido fólico na alfafa, que é um componente fundamental na formação do material genético das nossas células (por isso mulheres grávidas recebem sempre a recomendação de tomar suplemento de ácido fólico). Por isso deve ser consumido em fases de crescimento ou recuperação em maior quantidade.

O consumo de alfafa concomitante com atividade física, aumenta o rendimento do corpo porque diminui a fadiga muscular, assim como ajuda o organismo a se recuperar e acalmar depois de um intenso esforço físico ou grande estresse mental.

Por todos esses fatores, é excelente para alguém que está se recuperando de uma doença recente, como alguém que acabou de sair de uma dengue ou uma influenza A.

Fonte original: http://www.sejaexcelente.com.br/wordpress/index.php/2010/04/14/alfafa/

Como Economizar Dinheiro com Materiais de Limpeza

 Materiais de Limpeza

Já parou pra pensar quanto dinheiro você gasta por mês com materiais de limpeza? Sabão em pó, detergentes, desinfetantes, amaciantes, alvejantes etc . Uma pesquisa feita pelo Mais Saúde mostrou que as pessoas gastam em média R$ 68 por mês com material de limpeza. Consomem 2 caixas de sabão em pó, 8 garrafas de detergentes, 2 de desinfetantes, 2 de amaciantes, 3 de alvejantes e 3 removedores de manchas.

E mesmo gastando tudo isso por mês nem sempre o sabão em pó retira as manchas daquela roupa que o seu filho usou pra jogar bola no dia de chuva, ou as marcas no azulejo do seu banheiro etc. E o que fazer? Como economizar com materiais de limpeza?

Um gerente de marketing de uma multinacional norte-americana procurou o Mais Saúde para apresentar um produto que resolve todas essas questões. Ele chama de produto-conceito da empresa, por se tratar de algo muito especial. O produto é um sabão líquido multiuso totalmente concentrado, biodegradável e que não contém fósforo. Ele substitui com folga qualquer produto de limpeza que você encontre no mercado e é super econômico. Ou seja, com apenas 1 garrafa deste sabão por mês, você substitui TODOS os seus produtos de limpeza. E se quiser usar este sabão apenas como detergente, ele faz 70 litros de sabão ao diluí-lo em água. Achamos tudo muito bonito, porém queríamos ver demonstrações pra ver se ele realmente fazia o que se prometia. Vimos as demonstrações e ficamos impactados!  Vamos a elas:

1) Xícara manchada de resíduos de ferro
Xicara

Esta xícara estava com diversas manchas amareladas na parte externa e uma grande mancha preta na parte interna. Não era sujeira e sim uma concentração forte de ferro que estava entranhada no utensilio e que nenhum outro produto de limpeza havia removido sequer um bocado dessas marcas. Bastou uma gota do sabão líquido e 2 minutos: A xícara ficou nova.

2) Fogão cheio de gordura
Fogão com Gordura

Este fogão foi limpo com apenas 2 gotas do sabão MPD


4) Panela completamente suja

Panela Suja

Esta panela foi limpa com apenas 1 gota do sabão MPD

Como podemos observar, o sabão realmente é muito poderoso. Tão concentrado que é possível fazer 2 litros de detergente com apenas 1 tampa do produto e ainda ser mais eficaz que os detergentes do mercado.

E além de ser tudo isso que nós vimos, ele tem o poder de substituir todos os produtos de limpeza que utilizamos em nossa casa, o que o torna um produto valioso em nosso dia-a-dia e ainda trazer uma grande economia para o seu bolso. Se apenas 1 garrafa do sabão multiuso MPD é capaz de substituir a todos esses produtos, imagine a economia que você terá, sem contar que você terá em suas mãos um produto de qualidade superior a qualquer outro que você já viu.

Este produto é vendido somente através de representantes da empresa que o fabrica. Para obter maiores informações sobre ele e como adquirí-lo, consulte o site SUPER SABÃO.


[Pesquisa] Qual é o seu Gasto Mensal com Materiais de Limpeza?

 

Você Sabia que a “Junk Food” pode Viciar tanto quanto Drogas?

junk Food

Uma pesquisa publicada esta semana afirma que os mecanismos do corpo que provocam vício em drogas são os mesmos que geram a compulsão por comer alimentos calóricos.

A pesquisa feita pelo Scripps Research Institute, no Estado americano da Flórida, afirma que como o vício em drogas, a compulsão por comidas gordurosas – como doces e frituras – é extremamente difícil de ser combatida.

O estudo, realizado com camundongos, mostra que as partes do cérebro que lidam com o prazer deterioram-se gradualmente na medida em que o consumo vai aumentando.

Essas regiões do cérebro vão respondendo cada vez menos aos estímulos, o que fez com que os camundongos comessem cada vez mais, tornando-se obesos.

O mesmo teste foi realizado com heroína e cocaína, e os ratos responderam da mesma forma.

Obesidade

Para o cientista Paul Kenny, que coordenou a pesquisa de três anos, uma dieta com alimentos gordurosos possui elementos que viciam.

"No estudo, os animais perderam completamente o controle sobre seu hábito de alimentação, o primeiro sinal de vício. Eles continuaram comendo demais mesmo quando antecipavam que receberiam choques elétricos, mostrando o quão estimulados eles estavam para consumir a comida."

A experiência foi feita com alimentos que provocam obesidade se consumidos em excesso, como bacon, salsichas e cheesecakes. Os animais começaram a engordar imediatamente.

O cientista relata que quando a dieta foi trocada por alimentos mais saudáveis, alguns deles se recusaram a comer e preferiram não se alimentar.

Depois de analisar o resultado da pesquisa com camundongos, Kenny e sua equipe estudaram os mecanismos que provocam a compulsão.

O receptor D2 responde à dopamina, um neurotransmissor que está relacionado à percepção de prazer – como o provocado por comida, sexo ou drogas.

Quando há excesso no consumo de drogas como cocaína, por exemplo, o cérebro é "inundado" com dopamina, aumentando a sensação de prazer. Um processo semelhante acontece com dietas gordurosas. Com o tempo, no entanto, o cérebro recebe menos dopamina.

A pesquisa foi publicada neste domingo no jornal "Nature Neuroscience".

Fonte: BBC

O Mistério da Vacina H1N1

 

Vacina H1H1

Circulam pela internet dezenas de mensagens aterrorizando a sociedade sobre os efeitos da "maldita vacina" contra a gripe suína. Coisas absurdas como genocídio da humanidade, redução da população humana, doenças graves oriundas da vacina etc etc etc

Eu penso que as pessoas se impressionam fácil demais sem se dar ao trabalho de ver se a informação é verdadeira. A vacina é segura. O mercúrio está sim presente mas em dose muito pequena e não fará mal algum.

CONFIRA AS INFORMAÇÕES INCORRETAS QUE TÊM CIRCULADO NA INTERNET

Veja trechos de e-mail que espalha boato de que a vacina contra a nova gripe é tóxica.

BOATO: (…) sobre NÃO tomar essa vacina assassina que estão querendo que seja compulsória acho que é Tamiflu.

INFORMAÇÃO CORRETA: Tamiflu é o nome do remédio utilizado após a instalação da doença, e não o nome da vacina.

BOATO: A vacinação em massa está programada para o início do Outono aí pra voces.. Aconteça o que acontecer NÃO tome! Ela será tripla.

INFORMAÇÃO CORRETA:
A vacinação está sendo feita em apenas uma etapa. Para crianças que têm entre seis meses e dois anos de idade incompletos (23 meses) será dada meia dose e depois de 21 dias a segunda metade.

BOATO: E segundo as pessoas que estão trabalhando arduamente para impedir este genocídio em massa do planeta, ela tem mercúrio e oleo de esqualeno, que são altamente tóxicos.

INFORMAÇÃO CORRETA: De fato, mercúrio é uma substância tóxica. Segundo o diretor de ensaios clínicos do Instituto Butantan, Alexander Roberto Precioso, contudo, “a quantidade de mercúrio que tem nessa vacina é muito pequena e considerada não prejudicial à saúde das pessoas”. A informação foi dada em entrevista ao Jornal Nacional.

Em relação ao esqualeno, o Ministério da Saúde afirma que a substância não faz mal à saúde. “[O esqualeno] é retirado do fígado do tubarão e assemelhados. Trata-se de um supercomplemento alimentar, assim como o óleo de fígado de bacalhau e a emulsão de Scott”, disse o ministério em nota enviada ao G1.

BOATO: Aqui no Rio o Butantã já comprou a maldita (…)

INFORMAÇÃO CORRETA: O Instituto Butantan é ligado à Secretaria da Saúde de São Paulo, e não mantém nenhuma instalação no Rio de Janeiro.

BOATO: (…) tentativa de assassinato em massa das populações do planeta através de vacinação compulsória (…)

INFORMAÇÃO CORRETA: No Brasil, assim como em vários outros países, a vacinação é opcional, e ninguém é obrigado a se imunizar.

BOATO: (…) a venda de uma vacina que nem testada foi.

INFORMAÇÃO CORRETA: Segundo o Ministério da Saúde, a nova vacina foi desenvolvida com base na vacina comum contra a gripe. A diferença seria apenas o tipo de vírus.
 

As pessoas fazem coisas muito piores nos dias de hoje, como tomar Coca-Cola todo dia durante o almoço e se entupir de gordura trans. Isso sim é um genocídio. Mas isso ninguém leva a sério. Só depois que está em estado terminal de cancer ou tendo um colapso cardíaco é que percebem a besteira que fizeram a vida toda. E não sou eu quem digo isso. Basta olhar a quantidade de obesos e doentes crônicos nos EUA, a terra do hamburguer, batatinhas fritas e da Coca-Cola.

Fast Food

Consumo de Bebidas Açucaradas é Ligado ao Câncer de Pâncreas

Risco é maior para quem bebe suco diariamente, diz pesquisa.
Cientistas, contudo, não descobriram como surge a doença.

Bebidas IndustralizadasO consumo de bebidas açucaradas aumenta o risco de câncer de pâncreas, de acordo com um estudo norte-americano divulgado nesta segunda-feira (8).

Os autores desta pesquisa estudaram os dados sobre consumo de bebidas açucaradas e sucos de frutas de 60.524 pessoas que participaram do estudo em Cingapura, conhecido como Singapore Chinese Health Study.

Os pesquisadores identificaram os casos de câncer de pâncreas e as mortes relacionadas a essa doença em meio as pessoas submetidas ao acompanhamento.

Descobriram que o risco de câncer de pâncreas era mais alto entre os que consumiam pelo menos duas bebidas diárias com adição de açúcar do que entre os demais, segundo seus estudos divulgados na revista Cancer Epidemiology, Biomarkers and Prevention.

Não se descobriu, no entanto, uma relação entre o consumo de sucos de frutas e o câncer de pâncreas.

O estudo Singapore Chinese Health Study realiza há 14 anos um acompanhamento da dieta, das atividades físicas, da evolução demográfica e da saúde de 63.000 habitantes de Cingapura.

Fonte: G1 – http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1481825-5603,00.html

Alimentos que Diminuem a Ansiedade, Nervosismo e o Cansaço

Ansiedade

Amigos e leitores, dêem adeus ao nervosismo, à ansiedade e ao cansaço.

 

Coloque na sua dieta alimentos que têm o poder de estimular o funcionamento do sistema nervoso, acabar com a irritação e espantar a tristeza.

 

ALFACE – Ótima para amenizar a irritação. O talo tem lactucina, substância que funciona como calmante. Rica em folato. A falta desse elemento no organismo causa depressão, confusão mental e cansaço.

 

BANANA – Pode acreditar: essa fruta tão comum em terras brasileiras diminui a ansiedade e ajuda a garantir um sono tranqüilo. Ela tem esses poderes por ser rica em carboidratos, potássio, magnésio e biotina. A banana também dá o maior pique porque possui vitamina B6, dando energia.

 

CARNE – Esse alimento possui niacina, uma vitamina do complexo B que, quando está em falta no organismo, causa depressão. Também é rica em ferro e cobre que combatem a anemia e transportam o ferro. O zinco, presente em sua composição, é antioxidante: combate os radicais livres e retarda o envelhecimento. Além disso, seus aminoácidos fazem o cérebro funcionar melhor.

 

ESPINAFRE – A verdura contém potássio e ácido fólico, que previnem a depressão. Além disso, espinafre tem magnésio, folato e vitaminas A, C e do complexo B, que ajudam a estabilizar a pressão e garantem o bom funcionamento do sistema nervoso.

 

JABOTICABA – Essa frutinha contém ferro (que combate a anemia) e vitamina C (que aumenta as defesas do organismo). Suas vitaminas do complexo B agem como antidepressivos. Além disso, a jaboticaba é rica em carboidratos, que fornecem energia e, por isso, reanimam.

 

LARANJA – Rica em vitamina C, cálcio e vitaminas do complexo B, a laranja ajuda o sistema nervoso a trabalhar adequadamente. O cálcio presente em sua composição é relaxante muscular e combate o stress. E essa fruta ainda é energética, hidratante e previne a fadiga.

 

LEITE – A falta de vitamina do complexo B pode acabar com seu bom humor. Além de estarem presentes no leite, essas substancias também são encontradas nas ervilhas, sementes de girassol, batata e peixe. Leite também tem cálcio (que ajuda a relaxar os músculos) e proteínas (que estimulam o sistema nervoso).

 

UVA – Essa fruta tem uma boa dose de vitaminas do complexo B, que ajudam no funcionamento do sistema nervoso. A vitamina C e os flavonóides da uva são antioxidantes, que retardam o envelhecimento da pele e ajudam a combater o colesterol. Além disso, é energética.

 

Danuza Medeiros
http://opensamentocriaarealidade.blogspot.com

Crianças que Assistem Comerciais têm Tendência à Obesidade

Comerciais e a Criança

Uma pesquisa norte-americana apontou que as crianças que assistem mais comerciais têm uma maior tendência para obesidade. Os estudiosos mediram o índice de massa corpórea (IMC) das crianças que gastam seu tempo assistindo televisão.

As análises foram separadas por idade e formato de programas, bem como comerciais e conteúdos educacionais. No caso de idade ficou comprovado que as crianças menores de seis anos não têm entendimento sobre a mensagem persuasiva dos comerciais. Entre as crianças com mais de seis anos, os comerciais estiveram diretamente associados com o IMC.

A conclusão é que as evidências não apoiam a ideia de que assistir televisão contribui para a obesidade por ser uma atividade sedentária. Os comerciais, mais do que o simples ato de assistir televisão, estão associados com a obesidade.

“Esse estudo nos mostra como o marketing realizado pelas empresas alimentícias exercem forte influência sobre a escolha dos produtos. Dessa forma, a educação nutricional realizada não somente para as crianças como também para os pais favorece a aquisição de bons hábitos alimentares”, comenta a nutricionista e tutora do Portal Educação, Ana Paula Leão Rossi.

Fonte: Portal Educação - http://www.portaleducacao.com.br/nutricao/noticias/40672/criancas-que-assistem-comerciais-tem-tendencia-a-obesidade-indica-pesquisa

A Ciência a Favor da Beleza

A descoberta do sistema de hidratação profunda da pele, feita
por um prêmio Nobel, abriu caminho para uma revolução nos cosméticos

 

Há duas décadas, as pesquisas sobre a preservação da pele da Juventude proporcionaram uma primeira revolução no mundo dos cosméticos. À frente dela estava o ácido retinóico, que se provou eficiente No tratamento dos sinais da idade mais tenues. Agora, graças ao trabalho de um prêmio Nobel, uma segunda revolução se aproxima. Um novo continente foi descoberto planeta não do conhecimento científico sobre o metabolismo das células da pele. As perspectivas são extraordinárias nenhum campo da prevenção. O que se pode esperar das aplicações práticas vindas da descoberta da ciência pura é, por, simplesmente Manter quase toda a vida que a mesma aparência jovial uma pele apresentava aos 20 anos de idade. Nunca a indústria de cosméticos esteve tão próxima da ciência de vanguarda.
  
Levantamento do Futuro
Pele artificial produzida na Bionext, em Curitiba: Possível uso
Esta matéria pode ser vista na íntegra neste link http://veja.abril.com.br/030310/ciencia-favor-beleza-088.shtml
. Revista Veja.
Por Dr ª Luciene Marques
A ciência vem buscando novas tecnologias para melhor atender seu público que se torna cada vez mais exigente, no entanto, é importante ter um visão do que é realmente saúde e o que é prevenção.
Toda esta correria dos tempos modernos aliados como facilidades industriais, entramos num campo muito perigoso e não nos damos conta disto. Usamos indiscriminadamente o forno de microondas, alimentos quentes e cozidos, freqüentamos assiduamente os rodízios de massas, de carnes, acompanhados de refrigerantes, cervejas, doces com coberturas salgadas ou pizzas. Se não nos reeducarmos, de nada adiantará toda esta tecnologia.
 Não há algum cosmético no mundo que faça seu rosto brilhar se você estiver podre por dentro.
 
Radicais livres? Estresse oxidativo? Você sabe o que é isto? O que causa em você?
Você acha que você sofre ação dos radicais livres e do estresse oxidativo?
Com certeza você é uma vítima de você mesmo, cabe a você procurar os caminhos para ter QUALIDADE DE VIDA e muita BELEZA.
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